Xena, Lucy, Anne e Marine: as mentoras espirituais da Samurai

Eu amo personagens femininas fortes. Sério mesmo. Desde o primeiro volume de A Samurai, descobri que só quero criar protagonistas guerreiras que lutam pelos seus sonhos. Sinto-me realizada quando percebo que as pessoas se identificam com ela, que querem lutar também. Pessoas que entendem a importância da representatividade feminina. Meninas de todas as idades leem e se identificam com a personagem.

A cultura japonesa entrou na minha vida através de um desenho chamado Guerreiras Mágicas de Rayearth. É a história de três adolescentes que são convocadas para um mundo mágico e precisam salvar a soberana das garras do mal. Só que essas meninas (Lucy, Anne e Marine) têm que aprender a lutar e enfrentam dezenas de desafios para atingir o objetivo. Elas sangram, brigam, sentem saudade de casa, são enganadas, sofrem perdas e aprendem a lidar umas com as outras. É girl power total!

Eu cresci acreditando em todos os valores transmitidos pela história: um verdadeiro lute como uma garota.

Agora, quando o assunto é briga, não tem ninguém que vença Xena, a Princesa Guerreira. Eu simplesmente A-M-O a personagem, a história (inclusive as temporadas mais loucas do final), a forma como ela lida com os problemas, as roupas dela, a arma que ela usa, TU-DO! Sem dúvida nenhuma, a Michiko tem muito da Xena, o lado mais samurai destemida, inconsequente e louca é da Xena.

Estou certa de que o mundo precisa de mais e mais personagens empoderadas. Contem comigo para povoá-lo com muitas princesas guerreiras.

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